O diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém.
William Shakespeare
A suspeita sempre persegue a consciência culpada; o ladrão vê em cada sombra um policia.
William Shakespeare
terça-feira, 26 de abril de 2011
"Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama.“
(William Shakespeare)
(William Shakespeare)
segunda-feira, 25 de abril de 2011
No Alentejo, a tradição de Páscoa está muito ligada à segunda-feira de Páscoa, na qual, de uma maneira geral, os alentejanos vão para o campo desfrutar da beleza primaveril que nos inunda de cores e cheiros, abrindo o apetite para a gastronomia tradicional neste dia: o borrego e o folar.
Sou Alentejana, e claro, não fui excepção. Hoje, fui acompanhada pelos meus pais e o nosso novo membro (a minha maninha mais nova) ao campo.
Além da semana que todos os anos passamos na praia, esta Segunda - Feira é o dia mais esperado do ano.
Revolução dos Cravos


Afinal o que foi o 25 de Abril? O que aconteceu de tão importante nessa data?
Antes do dia 25 de Abril de 1974, o nosso país vivia mergulhado na tristeza e no medo. Durante mais de 40 anos, quem governou Portugal até esse dia foi Salazar e, logo a seguir, Marcelo Caetano. Não havia democracia, não se realizavam eleições livres e ficavam sempre os mesmos a mandar. As pessoas não tinham liberdade para dizer o que pensavam sobre o governo. Havia a PIDE, uma polícia política que vigiava, prendia e torturava quem tivesse ideias contrárias às do governo.
Com o 25 de Abril, mudou muita coisa no nosso país: acabou a ditadura e começou a democracia. O povo português passou a ter liberdade porque aconteceu uma revolução, a Revolução dos Cravos. O povo saiu à rua para comemorar a festa da Democracia, com os soldados que nos libertaram da Ditadura. Toda a gente se abraçava. Os soldados colocaram cravos nos canos das suas espingardas, simbolizando uma mudança pacífica de regime. Muitos distribuíam cravos vermelhos. As pessoas gritavam:
«O POVO, UNIDO, JAMAIS SERÁ VENCIDO».
Por este motivo, o dia 25 de Abril foi declarado «DIA DA LIBERDADE» e é feriado nacional.
Mensagem de Páscoa a Todos os Blogueiros e Leitores
sábado, 23 de abril de 2011
Benfica-F.C. Porto, 1-2 (crónica)
Olá, quando hoje cheguei ao blog reparei que faltava alguma coisa. O Porto é o campeão de 2010/11, eu sou portista ferrenha e nem me lembrei de fazer uma postagem sobre isso no blog. Tenho 20 e tais blogs, é claro que nem sempre posso fazer tudo, mas isto não podia faltar. Deixo - vos com a crónica de um campeão que não quis esperar, e se sagrou à 25º jornada. O autor é Ricardo Gouveia.
O F.C. PORTO É CAMPEÃO. Em pleno Estádio da Luz, a equipa de André Villas Boas não esperou mais e reclamou o título com uma vitória por 2-1. Um jogo intenso, de emoções fortes, duas expulsões e com Gaitán ainda a acertar no poste nos descontos. A verdade é que o novo campeão foi melhor do que o seu antecessor e merece levar o troféu para casa.
Por tudo o que estava subjacente a este jogo, sentia-se uma enorme tensão no ar, nas bancadas e mesmo no relvado, logo depois do primeiro apito de Duarte Gomes. A bola largava faíscas e quem soubesse gerir melhor estas energias, ganhava desde logo vantagem. E foi aqui que o F.C. Porto começou a ganhar. Desde o primeiro minuto, a equipa de Villas Boas soube ocupar melhor os espaços, foi mais solidária e eficaz.
O Benfica acusou mais a tensão, perdia muitas bolas no seu meio-campo, sentia dificuldades em sair a jogar e rapidamente partiu-se em dois, com cinco argentinos bem adiantados na frente e apenas Javí Garcia mais recuado, colado à defesa. A equipa de Jesus prescindia do meio-campo para apostar num jogo mais directo, com longos lançamentos ou rápidas arrancadas de Fábio Coentrão pela ala. Uma aposta que raramente surtia efeito porque, pelo meio, estava o F.C. Porto.
Moutinho, Fernando e Guarin mandaram a seu bel-prazer na zona central, recuperando aí muitas bolas e mantendo a pressão sobre a defesa do Benfica que, cedo, começou a expor as suas fragilidades. Primeiro Aírton, o elo mais fraco, a render Maxi Pereira, mas sem o fulgor do uruguaio. Depois um Javí Garcia nervoso que acumulou erros atrás de erros, como é exemplo o lance do primeiro golo. Com muita cerimónia para aliviar, o espanhol acabou desarmado por Guarin em plena área do Benfica. O colombiano arrancou até à linha de fundo e rematou quase sem ângulo. Roberto, ao tentar agarrar a bola, fez o resto.
a href= http://www.maisfutebol.iol.pt/jogo/79693 target=_blank>Confira a FICHA DO JOGO e as notas dos jogadores
Da mesma forma como o Benfica começou a perder o título, o F.C. Porto começava a ganhá-lo, aos 9 minutos, mas ainda não estava tudo escrito. Nove minutos volvidos, Jara tenta controlar uma bola na área e, pressionado por Otamendi, caiu. Duarte Gomes não teve dúvidas e Saviola assinou o empate. O jogo estava agora mais aberto, o Benfica recuperava confiança, mas, volvidos outros nove minutos, Guarin, mais uma vez com espaço, lançou Falcao para a área, Roberto faz a mancha e derrubou o colombiano. Hulk, frente ao espanhol, não perdoou e voltou a cheirar a título na Luz.
Um cheiro que se intensificava, porque para além da vantagem, o F.C. Porto era de facto a melhor equipa em campo. Ganhava quase todas as segundas bolas, não por acaso, mas porque ocupava melhor os espaços, mantendo uma pressão intensa que o Benfica não se conseguia libertar. Era urgente corrigir e Jesus assim o fez, ao intervalo, trocando Jara por Cardozo e Aimar por Peixoto, juntando este último a Javí Garcia, procurando, assim, reequilibrar as forças a meio-campo. Na balança continuavam a pesar mais os erros do Benfica, como o pontapé de Sidnei que acertou em cheio em Falcao e ofereceu nova oportunidade que o colombiano desperdiçou.
A complicar a vida a Jesus, Aírton não resistiu a mais uma arrancada de Varela, lesionou-se e obrigou o treinador a esgotar as substituições, com a entrada de Jardel. Quando parecia que o Benfica começava a baixar os braços, a correlação de forças sofeu novo abalo. Cardozo, lançado por Gaitán, foi derrubado por Otamendi que viu o segundo amarelo. Villas Boas reagiu de imediato, abdicando de Varela e Falcao, para compor a defesa com Maicon e redesenhar o meio-campo com Belluschi.
O Benfica ainda foi buscar forças para, com um golo, tentar adiar a festa do rival, mas o F.C. Porto não estava disposto a esperar mais. Cardozo foi expulso, Gaitán atirou ao poste nos descontos, mas a festa era mesmo azul e branca.
Reciclagem marca Dia da Terra
O dia da Terra passa quase despercebido em Portugal. Criado em 1970, pelo senador norte-americano Gaylord Neson, manifesta-se essencialmente nas escolas do país.
O que começou, em 1970, como um protesto nacional contra a poluição, é assinalado à escala mundial, com iniciativas centradas na preservação do Planeta e na importância da reciclagem.
Por todo o país decorrem actividades que comemoram o Dia da Terra, assinalado mundialmente, a partir de 1990, no dia 22 de Abril.
No Porto o projecto "Together Green", vai oferecer flores na Rua S. Francisco Xavier. Se um dos 78 estudantes de “t-shirt” verde mobilizados para a campanha lhe oferecer flores não estranhe, não é "Impulse", é o Dia da Terra.
Em Águeda, 50 organizações de todo o município vão distribuir contentores de recolha selectiva de óleos. Há ainda actividades ligadas à reciclagem, visitas guiadas ao Parque da Alta Vila, actividades ao ar livre e jogos tradicionais. A transformação de resíduos, rastreios de saúde, peças de teatro e a sensibilização para boas práticas de poupança de água pretendem deixar, ainda, uma marca no Planeta.
Em Ferreira do Alentejo, a câmara municipal está a fazer campanhas de sensibilização ambiental através do projecto "Ferreira sustentável". Direccionado para alunos do jardim-de-infância e do 1º ciclo, promove oficinas de reciclagem e de instrumentos musicais, concebidos através da reutilazação de materiais.
Na Lourinhã, sessões de Educação Ambiental sobre Compostagem Doméstica assinalam o 22 de Abril, Dia da Terra.
Em Lagoa, nos Açores, o Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores e a Ecoteca de Lagoa, da Rede Regional de Ecotecas da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, promovem no próximo sábado, um safari geológico de autocarro e pequenos percursos a pé.
Em Lisboa, inserido nas comemorações do dia da Terra, a câmara anunciou que a partir de Maio dar-se-á início à lavagem das ruas e rega de árvores com água reutilizada.
2009-04-22
Jornal de Notícias
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