segunda-feira, 2 de maio de 2011

MORTE DE BIN LADEN: O mais procurado terrorista foi liquidado pelos americanos



A notícia da morte de Bin Laden, o mais procurado terrorista da nossa geração e responsável por milhares de crimes, apanhou-nos de surpresa esta manhã. A história já o havia julgado e condenado, mas eu gostaria mais que ele fosse a tribunal para ser confrontado com o mal que fez ao mundo. Foi uma vitória dos EUA e do seu presidente Obama, como símbolo da democracia ocidental e da liberdade que ela representa. Contudo, o terrorismo não foi abolido. Bin Laden deixou um número incontável de discípulos, fanáticos e terroristas também. Foi vencida uma importante batalha, mas a guerra vai continuar.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Pensador

O diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém.
William Shakespeare


A suspeita sempre persegue a consciência culpada; o ladrão vê em cada sombra um policia.
William Shakespeare
"Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama.“

(William Shakespeare)

segunda-feira, 25 de abril de 2011



No Alentejo, a tradição de Páscoa está muito ligada à segunda-feira de Páscoa, na qual, de uma maneira geral, os alentejanos vão para o campo desfrutar da beleza primaveril que nos inunda de cores e cheiros, abrindo o apetite para a gastronomia tradicional neste dia: o borrego e o folar.

Sou Alentejana, e claro, não fui excepção. Hoje, fui acompanhada pelos meus pais e o nosso novo membro (a minha maninha mais nova) ao campo.

Além da semana que todos os anos passamos na praia, esta Segunda - Feira é o dia mais esperado do ano.

Revolução dos Cravos



Afinal o que foi o 25 de Abril? O que aconteceu de tão importante nessa data?

Antes do dia 25 de Abril de 1974, o nosso país vivia mergulhado na tristeza e no medo. Durante mais de 40 anos, quem governou Portugal até esse dia foi Salazar e, logo a seguir, Marcelo Caetano. Não havia democracia, não se realizavam eleições livres e ficavam sempre os mesmos a mandar. As pessoas não tinham liberdade para dizer o que pensavam sobre o governo. Havia a PIDE, uma polícia política que vigiava, prendia e torturava quem tivesse ideias contrárias às do governo.

Com o 25 de Abril, mudou muita coisa no nosso país: acabou a ditadura e começou a democracia. O povo português passou a ter liberdade porque aconteceu uma revolução, a Revolução dos Cravos. O povo saiu à rua para comemorar a festa da Democracia, com os soldados que nos libertaram da Ditadura. Toda a gente se abraçava. Os soldados colocaram cravos nos canos das suas espingardas, simbolizando uma mudança pacífica de regime. Muitos distribuíam cravos vermelhos. As pessoas gritavam:
«O POVO, UNIDO, JAMAIS SERÁ VENCIDO».

Por este motivo, o dia 25 de Abril foi declarado «DIA DA LIBERDADE» e é feriado nacional.

Mensagem de Páscoa a Todos os Blogueiros e Leitores


As flores desabrocham e os pássaros cantam. Escondemos os ovos (se encontrares um, agarra-o). Olha, um coelhinho a saltitar! Feliz Páscoa!

Desejo-te felicidade nesta época de renovação.

sábado, 23 de abril de 2011

Benfica-F.C. Porto, 1-2 (crónica)


Olá, quando hoje cheguei ao blog reparei que faltava alguma coisa. O Porto é o campeão de 2010/11, eu sou portista ferrenha e nem me lembrei de fazer uma postagem sobre isso no blog. Tenho 20 e tais blogs, é claro que nem sempre posso fazer tudo, mas isto não podia faltar. Deixo - vos com a crónica de um campeão que não quis esperar, e se sagrou à 25º jornada. O autor é Ricardo Gouveia.

O F.C. PORTO É CAMPEÃO. Em pleno Estádio da Luz, a equipa de André Villas Boas não esperou mais e reclamou o título com uma vitória por 2-1. Um jogo intenso, de emoções fortes, duas expulsões e com Gaitán ainda a acertar no poste nos descontos. A verdade é que o novo campeão foi melhor do que o seu antecessor e merece levar o troféu para casa.

Por tudo o que estava subjacente a este jogo, sentia-se uma enorme tensão no ar, nas bancadas e mesmo no relvado, logo depois do primeiro apito de Duarte Gomes. A bola largava faíscas e quem soubesse gerir melhor estas energias, ganhava desde logo vantagem. E foi aqui que o F.C. Porto começou a ganhar. Desde o primeiro minuto, a equipa de Villas Boas soube ocupar melhor os espaços, foi mais solidária e eficaz.

O Benfica acusou mais a tensão, perdia muitas bolas no seu meio-campo, sentia dificuldades em sair a jogar e rapidamente partiu-se em dois, com cinco argentinos bem adiantados na frente e apenas Javí Garcia mais recuado, colado à defesa. A equipa de Jesus prescindia do meio-campo para apostar num jogo mais directo, com longos lançamentos ou rápidas arrancadas de Fábio Coentrão pela ala. Uma aposta que raramente surtia efeito porque, pelo meio, estava o F.C. Porto.

Moutinho, Fernando e Guarin mandaram a seu bel-prazer na zona central, recuperando aí muitas bolas e mantendo a pressão sobre a defesa do Benfica que, cedo, começou a expor as suas fragilidades. Primeiro Aírton, o elo mais fraco, a render Maxi Pereira, mas sem o fulgor do uruguaio. Depois um Javí Garcia nervoso que acumulou erros atrás de erros, como é exemplo o lance do primeiro golo. Com muita cerimónia para aliviar, o espanhol acabou desarmado por Guarin em plena área do Benfica. O colombiano arrancou até à linha de fundo e rematou quase sem ângulo. Roberto, ao tentar agarrar a bola, fez o resto.

a href= http://www.maisfutebol.iol.pt/jogo/79693 target=_blank>Confira a FICHA DO JOGO e as notas dos jogadores

Da mesma forma como o Benfica começou a perder o título, o F.C. Porto começava a ganhá-lo, aos 9 minutos, mas ainda não estava tudo escrito. Nove minutos volvidos, Jara tenta controlar uma bola na área e, pressionado por Otamendi, caiu. Duarte Gomes não teve dúvidas e Saviola assinou o empate. O jogo estava agora mais aberto, o Benfica recuperava confiança, mas, volvidos outros nove minutos, Guarin, mais uma vez com espaço, lançou Falcao para a área, Roberto faz a mancha e derrubou o colombiano. Hulk, frente ao espanhol, não perdoou e voltou a cheirar a título na Luz.

Um cheiro que se intensificava, porque para além da vantagem, o F.C. Porto era de facto a melhor equipa em campo. Ganhava quase todas as segundas bolas, não por acaso, mas porque ocupava melhor os espaços, mantendo uma pressão intensa que o Benfica não se conseguia libertar. Era urgente corrigir e Jesus assim o fez, ao intervalo, trocando Jara por Cardozo e Aimar por Peixoto, juntando este último a Javí Garcia, procurando, assim, reequilibrar as forças a meio-campo. Na balança continuavam a pesar mais os erros do Benfica, como o pontapé de Sidnei que acertou em cheio em Falcao e ofereceu nova oportunidade que o colombiano desperdiçou.

A complicar a vida a Jesus, Aírton não resistiu a mais uma arrancada de Varela, lesionou-se e obrigou o treinador a esgotar as substituições, com a entrada de Jardel. Quando parecia que o Benfica começava a baixar os braços, a correlação de forças sofeu novo abalo. Cardozo, lançado por Gaitán, foi derrubado por Otamendi que viu o segundo amarelo. Villas Boas reagiu de imediato, abdicando de Varela e Falcao, para compor a defesa com Maicon e redesenhar o meio-campo com Belluschi.

O Benfica ainda foi buscar forças para, com um golo, tentar adiar a festa do rival, mas o F.C. Porto não estava disposto a esperar mais. Cardozo foi expulso, Gaitán atirou ao poste nos descontos, mas a festa era mesmo azul e branca.